segunda-feira, 28 de setembro de 2015

RN pela Transposição: Presidente da Assembleia afirma que RN está unido pela transposição

67044648b5fe297a5e9e47b0ceb9c863Na abertura do RN pela Transposição, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB), afirmou que diante da situação do RN, com 153 municípios em situação de emergência e diversas cidades em situação de colapso, se faz necessário unir forças e ter a atenção do Governo Federal na busca por celeridade e urgência nas obras.
“Sabemos que o Governo Federal teve um corte no orçamento de R$ 69,9 bilhões. Recurso esse contingenciado que iria naturalmente para estados e municípios e que deixou de chegar. Por isso mesmo, é hora de o governo federal eleger prioridades para usar os recursos restantes”, afirmou Ezequiel em seu pronunciamento.
O presidente da Assembleia disse que o momento pede a união dos governadores, deputados estaduais e bancada federal do Nordeste a fim de que se crie uma politica regional de recursos hídricos para minimizar os prejuízos causados à população com a escassez de água.
“Essa união dos governadores, deputados estaduais e bancada federal do Nordeste é necessária. Falo em nome de 40 milhões de nordestinos que sofrem com a seca. É necessária a conclusão das obras de transposição e a manutenção do calendário de execução, pois sabemos que o Rio Grande do Norte será o último estado a ser atendido, uma vez que dependemos da finalização das obras na Paraíba e no Ceará”, afirmou o parlamentar.
Ezequiel elencou as ações do Legislativo do RN, entre elas a criação do Comitê de Ações de Combate à Seca e da Frente Parlamentar da Água, as audiências públicas e debates e a parceria com a Assembleia da Paraíba e a políticos nordestinos a fim de mostrar mais força ao Governo Federal.
“Esta Casa nunca se conformou com a vida Severina de nosso povo que sente as agruras da seca. Falo com autoridade de um homem que não encontrou a situação difícil do Nordeste pelos livros ou pela literatura, mas que nasceu e cresceu na terra onde as crianças, desde cedo, são sertanejos fortes, pois já experimentaram tudo – da inclemência implacável da paisagem à desigualdade social que segrega nossa humanidade, finalizou”.

ALRN

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