segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Parlamento Jovem apresenta leis e requerimentos em sessão ordinária

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No plenário Clóvis Motta, a atual Legislatura do Parlamento Jovem realizava uma sessão ordinária para deliberação de projetos de lei e requerimentos. Nas galerias, estudantes do município de Caraúbas que percorreram 300 quilômetros para conhecer o funcionamento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O encontro das duas iniciativas de aproximação do Poder Legislativo ocorreu na manhã desta segunda-feira, 24.
As discussões sobre segurança, educação e transporte movimentaram o plenário, formado pelos estudantes de escolas públicas e privadas, eleitos pelo voto direto. O deputado jovem Lucas Felipe, da escola estadual Berilo Wanderley sugeriu a criação do “Fundo Estadual de Auxílio aos Grêmios Estudantis”. Ainda na educação, o parlamentar cobrou do governo do estado a construção de uma escola de nível médio no bairro de Nova Parnamirim, em Parnamirim. “O bairro tem milhares de estudantes que precisam se deslocar para poder estudar em outras localidades. Espero ter o requerimento aceito”, declarou o jovem.
A quarta edição do projeto conta com alunos das redes pública e privada de Natal e das cidades de Monte Alegre, São Paulo do Potengi, Tangará e Bento Fernandes. Os 24 parlamentares exercem o mandato de um ano, onde são responsáveis pela realização de sessões solenes, ordinárias e audiências públicas. Para o início de 2015 estão previstas visitas institucionais a outros poderes. “A Assembleia vai levá-los para conhecer o funcionamento do Executivo, Judiciário e Ministério Público”, anunciou o Coordenador do Cerimonial, Pádua Martins.
Depois de acompanhar o trabalho dos jovens parlamentares, os alunos de Caraúbas visitaram os setores da Assembleia Legislativa e tiraram dúvidas sobre o funcionamento da Casa. “Esses alunos fazem parte da Oficina de Participação Estudantil e trabalham exatamente o protagonismo juvenil na política. A visita proporciona a vivência na prática do que debatemos na sala de aula”, explicou o professor Marcos Roberto Fernandes.

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