quarta-feira, 23 de março de 2016

Felipe Maia reitera pedido de incluir RN na ferrovia Transnordestina‏

Transnordestina 01
O Rio Grande do Norte não foi contemplado pela construção da ferrovia Nova Transnordestina. De acordo com o projeto, a obra chegará apenas ao Ceará, Pernambuco e Piauí, contribuindo com o escoamento da produção destes estados. Com o intuito de inserir o estado potiguar no empreendimento, o deputado federal Felipe Maia (DEM) participou da Comissão Externa que trata da Ferrovia, nesta terça-feira (22), que recebeu secretários de Infraestrutura e representante do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Para o parlamentar, o governo federal segue um modelo econômico equivocado e reduz os investimentos em infraestrutura logística no país. Segundo Felipe Maia, sem o repasse de recursos para obras estruturantes, a retomada do crescimento do Brasil ficará cada vez mais distante. “Reitero o pedido de inserir o RN na obra e confirmo que faremos todo o procedimento para garantir a inclusão do estado. Estou seguro de que não há desenvolvimento sem investir em projetos de infraestrutura, o que garante a geração de emprego e renda que o país tanto precisa neste momento”, disse.
O primeiro passo, de acordo com o democrata, é garantir a aprovação do projeto de lei (PLC) 85/2008, de autoria do ex-deputado Betinho Rosado, que está tramitando no Senado para, após a aprovação no Congresso Nacional, integrar o Sistema Nacional de Viação. “Ouvimos do diretor de Infraestrutura Ferroviária do DNIT, Mário Dirani, que após apreciado no Congresso, o trecho ferroviário passa a constar no Sistema. Com isso, quando houver viabilidade de Orçamento, o DNIT dará prosseguimento à obra”, afirmou.
O deputado destacou que a intenção é garantir a integração do RN e da Paraíba no projeto por meio de dois entroncamentos ferroviários: o primeiro que liga o Porto de Cabedelo (PB) a Sousa (PB) com o segundo que liga Areia Branca (RN) com Sousa (PB), passando por Mossoró. “A região precisa garantir o escoamento de cimento, frutas e sal. A volta da ferrovia representa uma forma de revitalizar economicamente todo o Oeste potiguar”, concluiu.
Heitor Gregório / Tribuna do Norte 

Nenhum comentário: