quarta-feira, 4 de junho de 2014

Agripino diz que brasileiro não aguenta mais conviver com criminalidade

DSC_1175O líder do Democratas no Senado, José Agripino (RN), disse que a manifestação promovida pelo líderes partidários, na tarde desta terça-feira (3), em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília (DF), contra a violência no Brasil não era da oposição, e sim do povo brasileiro. “O brasileiro não aguenta mais viver neste clima de medo e insegurança até de andar na rua. O clima de violência impera no país”, frisou.
O senador também criticou a tendência do governo do PT em apoiar movimentos sociais que depredam o bem público, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MST). “E o pior de tudo é que o Brasil sente a conivência da presidente Dilma com a violência porque, neste governo, movimentos que depredam bem público são recebidos pela chefe do Executivo com louvor”.
Durante o ato, líderes do Democratas, PSDB, PPS, PSB e Solidariedade lembraram os 600 mil homicídios registrados ao longo dos 12 anos da gestão do PT. Para representar o número de pessoas assassinadas neste período, foram 600 espalhadas cruzes, uma para cada grupo de mil assassinatos.
Segundo dados divulgados pela oposição, a taxa de homicídios ao longo da gestão petista (2003 até agora) cresceu 16,5%. Só em 2012, por exemplo, o Brasil registrou o maior número de assassinatos desde 1980: 56.337 casos. Ainda de acordo com o levantamento feito pela oposição, o Nordeste é a região com a maior taxa de homicídio: 38,9% – aumento de 15% em dez anos. Seis entre as 20 capitais mais violentas do mundo estão no Nordeste brasileiro: Maceió, João Pessoa, Manaus, Fortaleza, Salvador e Vitória.

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