sábado, 28 de junho de 2014

Pedro Henrique: A emoção mais verdadeira da festa de muitas cores na convenção do PMDB

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Foto Canindé Soares
No longo discurso do deputado-candidato a governador, Henrique Alves (PMDB), na convenção desta sexa-feira, a emoção que não passou despercebida foi a do filho mais novo, Pedro Henrique, de 12 anos.
Ao lado do pai, ele ouvia o discurso e se emocionava.
Até o momento em que Henrique falou da ausência do pai sempre dedicado à política, sempre fora de casa, sempre distante.
Pedro não conteve as lágrimas.
Foi a emoção mais verdadeira da convenção.
A que não pede voto, só pede colo, coração.
E eu lembrei de uma história que vou contar.
Um dia, no Hotel Thermas em Mossoró, Pedro brincava com minha filha Maria Fernanda.
Os dois, até hoje colegas de sala na escola, tinham de 3 para 4 anos. Ela um pouco mais nova que ele.
Eles brincavam em uma mesa de sinuca, jogando um jogo inventado, até que ele se declarou ganhador.
Ela, já sonolenta por causa da hora, discordou e chorou.
Ele, paciente, um cavalheiro, entregou a ela o brinquedo e o título de vencedora.
Dias depois, meu marido Paulo Henrique, dirigindo uma gravação com Aluízio Alves, contou essa história a ele.
E ele definiu o neto caçula como "o meu único neto que vai ser político".
Como AA era um visionário, certamente a emoção de Pedro, na convenção de ontem, retratava já a política nas veias.
O começo do seu seu futuro. Também marcado por uma convenção.

Por Thaisa Galvão

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