O ônibus novo recebido pela Prefeitura Municipal de Lagoa de Velhos ter “parado” em plena Reta Tabajara quando 40 alunos, em sua maioria, alunos da rede pública de ensino que não tiveram preparação adequada para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), demonstra a importância que a educação continuará tendo em nosso município em 2021.
Um ano que deveria ser de esperança com a chegada de, pelo menos, duas vacinas para os brasileiros, continua sendo de DESesperança para o potiguar que depende do ensino público, especialmente em Lagoa de Velhos onde até o momento a Secretaria de Educação não apresentou qual será o plano pedagógico para este ano. As crianças continuarão em casa novamente? Dependendo de tarefas enviadas por alguns mestres que se desdobram para enviar atividades via WhatsApp? Quantas reuniões já houve com a comunidade para tentar solucionar o problema de dificuldade com internet?
E não venha dizer que o problema é a falta de internet, computador...o problema é falta de gestão! Porque muitas outras cidades maiores do que Lagoa de Velhos, mais distantes no sofrido estado do Amazonas, inclusive, onde professoras atravessam rios para dar aulas as crianças puderam ter mais aula do que em nosso município. No vizinho estado do Ceará, os professores ministram aula pelo rádio, em outros locais os pais têm internet aberta nas escolas para baixar o material e os filhos conseguir assistir em casa...enfim, exemplos não faltam basta VONTADE DE FAZER!
Um déficit nas contas de aproximadamente R$ 300 milhões e o desperdício de água que pode ser de 54% quando comparado com o que é distribuído. Esses dois dados preocupantes são algumas das informações repassadas pelo futuro presidente da Companhia de Águas e Esgoto do Rio Grande do Norte (Caern), Roberto Linhares, à governadora eleita Fátima Bezerra (PT).
Integrante da equipe de transição, Linhares detalhou que a Caern tem, atualmente, 2.283 empregados, está presente em 152 municípios do Estado e precisa melhorar seus resultados.
Na avaliação de Roberto Linhares, é preciso ficar claro que a empresa não será privatizada. “A água é uma questão estratégica, tem que ficar nas mãos do Estado e não deve ir para grupos empresariais nacionais, nem tampouco internacionais”, disse. “Sou contra essa questão e sabemos que a governadora também é”, completou o futuro auxiliar do Governo.
Ainda de acordo com ele, “a Caern será restruturada, se reinventará e se tornará ainda mais estratégica”. “A empresa se tornará lucrativa”, assegurou. Linhares, que foi superintendente da Caixa Econômica no RN, analisou que “os recursos hídricos [que em muitos municípios são escassos] serão tratados de forma ambientalmente correta e o desperdício será combatido”.
O Rio Grande do Norte perdeu 346 leitos ao longo de oito anos, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira, 23, pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
Em 2018, o estudo apontou que os hospitais potiguares têm 7.477 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto que, em 2008, foram registradas 7.823 vagas.
O Estado registrou uma média de 2,1 leitos para grupo de 100 mil habitantes. Segundo o estudo, a capital Natal contabilizou 2.095 leitos hospitalares.
Ainda de acordo com o estudo, o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, mais de 41 mil leitos hospitalares no âmbito do SUS. Em 2008, o total de leitos na rede pública era de 344.573. Em 2018, o total chegava a 303.185.
Ainda de acordo com a pesquisa, em 2008, o Brasil contava com 2,4 leitos (SUS e não SUS) para cada mil habitantes, caindo para o índice de 2,1 leitos na mesma proporção de pessoas em 2018.
O Ministério da Saúde informou que a redução de leitos públicos não afetou a oferta assistencial e a produção aprovada nos sistemas de informação do SUS. “A redução de leitos de internação segue tendência mundial de desospitalização – com os avanços tecnológicos, tratamentos que exigiam internação passaram a ser feitos no âmbito ambulatorial e domiciliar, com ampliação da atenção básica e de ações de prevenção e promoção”, informou a nota.
O Rio Grande do Norte tem 69,7% da malha viária com condições insatisfatórias de trânsito, segundo relatório da Confederação Nacional do Transporte (CNT). O levantamento aponta que o poder público necessita de R$ 524,33 milhões para as ações emergenciais de reconstrução e restauração de estradas.
O estudo da CNT analisou 1.856 Km de rodovias – federais e estaduais – do Rio Grande do Norte. Do total da malha viária potiguar, a CNT avaliou que 1,18 mil quilômetros apresentam desgastes, afundamentos, trincas ou estão destruídos.
A estrada em pior condição de trânsito é a rodovia federal BR-226, com 42 quilômetros, que recebeu a classifi cação de péssima em todos quesitos (Estado geral, pavimento, sinalização e geometria).
As duas rodovias com as melhores avaliações foram a BR-104 e BR304. As duas estradas receberam boas avaliações para a pavimentação.
De acordo com o estudo, são necessários R$ 524,33 milhões para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das estradas potiguares. A CNT reforça a necessidade para obras de recuperação do asfalto, bem como melhoria da sinalização. Somente com a manutenção viária, o levantamento estima de R$ 229,77 milhões.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) gastou somente nos sete primeiros meses em 2018 mais de R$1,8 bilhão em salários de seus servidores ativos e inativos, segundo dados oficiais do Ministério do Planejamento. Enquanto isso, recebendo tratamento de “primo pobre”, o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, destruído pelo fogo, recebeu da UFRJ o miserê de R$54 mil em quatro meses, entre janeiro e abril deste ano, para as despesas com manutenção.
Até agosto, o Museu teve R$28 mil para “funcionamento”, R$17 mil para “reestruturação” e R$51,8 mil para bolsas de estudos. Nada mais.
São 25.028 servidores da UFRJ, cada um já custou cerca de R$72 mil este ano, em média. Não se sabe quantos estão lotados no museu.
Em 2017, a folha consumiu mais de R$3,2 bilhões. Em 2016, foram R$2,96 bilhões em salários e R$519,5 mil para manutenção do Museu.
Só em 2017 o Museu Nacional recebeu 192 mil visitantes, que pagam ingressos entre 4 e 20 reais. Não se conhece o destino dessa receita.
Organizações, pesquisadores e estudantes ocuparam as redes sociais em defesa de mais recursos e apoio para as ciências, tecnologias, educação, artes e cultura em geral. As palavras mais utilizadas são “tristeza”, “tragédia” e “descaso” para classificar o incêndio, que começou ontem (2) por volta das 19h30 e prosseguiu até a madrugada de hoje. O fogo queimou a maior parte do acervo, incluindo peças raras entre as 20 milhões existentes no local.
A Sociedade Brasileira de Arqueologia (SAB) publicou nota cujo texto abre relatando que “lágrimas correm dos rostos” dos integrantes da entidade enquanto buscam palavras pra expressar “tamanha dor e indignação”. Segundo a entidade, a história do museu se confunde com a própria trajetória do campo da arqueologia no país.
Por fim, a sociedade “manifesta total solidariedade à instituição e a todos os colegas de lá, repudia toda forma de negligência por parte de autoridades governamentais, as quais desde longa data tomaram ciência da necessidade de restauração da instituição e praticamente nada fizeram, e ainda registra a disposição inabalável para somar naquilo de estiver ao seu alcance na luta do Museu Nacional”.
A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) também pontuou em nota o prejuízo irrecuperável, colocou-se à disposição para o esforço de recuperação do que resta do patrimônio e também criticou os sucessivos cortes de recursos. “Dos R$ 520.000,00 anuais previstos desde 2014 para a manutenção do Museu, passou-se para os cerca de R$ 340.000,00 em 2017 e R$ 54.000,00 em 2018. Os projetos de reforma e revitalização, requeridos há tanto tempo, não se efetivaram a tempo”, colocou a associação no comunicado.
O Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios Históricos – Icomos/Brasil divulgou nota em que lamenta a “catástrofe” com o museu. A organização chamou o episódio de uma “tragédia anunciada que vinha se desenhando a partir dos últimos anos da política nacional”. A entidade pede a revisão da política de restrição orçamentária que atinge instituições como o museu.
O Conselho Federal de Museologia (Cofem) se manifestou “de luto pelo patrimônio histórico, científico e cultural perdido por descaso das autoridades públicas”. Essas autoridades, acrescenta o texto, “não destinam recursos humanos e financeiros suficientes e ao tempo necessário para se evitar tragédias anunciadas, como a que lamentavelmente constatamos neste início de setembro”.
O Instituto Brasileiro de Museus classificou o episódio como “a maior tragédia museológica do país”. Segundo a instituição, o fato coloca o desafio de “consolidar e implementar uma política pública que garanta, de forma efetiva, a manutenção e conservação de edifícios e acervos do patrimônio cultural brasileiro”.
A Associação Profissional dos Trabalhadores do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Nacional (Asphan) afirmou em nota que a tragédia evidencia a necessidade de aportes públicos para equipamentos como este. “A cultura não é um negócio, é direito fundamental de nossa gente e de toda a humanidade. É uma obrigação do Estado brasileiro. A situação de abandono em que vivemos advém desse pensamento errôneo, de se achar que estes equipamentos culturais podem viver sem o devido apoio estatal. Em lugar nenhum do mundo isto ocorre!”, destacou a entidade.
Pesquisadores
A antropóloga e professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo Lilia Schwarcz foi uma entre docentes e pesquisadores que lamentaram o ocorrido.
“A destruição do Museu Nacional é um desastre sem tamanho e representa um símbolo desse Brasil que vai ardendo em chamas. Os hidrantes estavam sem água, os fios desencapados e os funcionários do museu faziam vaquinha para pagar despesas. Não cuidar de um patrimônio como esse é mostrar como esse país ainda triste e desorientado, sem passado e sem futuro”, publicou em sua conta no Facebook.
O antropólogo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ex-presidente da Fundação Nacional do Índio Mércio Gomes destacou em sua conta no Facebook a perda de 200 anos de história. Ele conclamou profissionais como antropólogos e geólogos a colocar suas coleções e materiais adquiridos em pesquisas à disposição do museu.
“Temos que reconstituir o nosso Museu Nacional, refazer as coleções de ciência natural, as coleções de arte indígena, as coleções de plantas, animais, mapas, tudo que puder ser reconstituído do passado”, defendeu.
A professora de literatura da UFRJ Gumercinda Gonda relatou em sua conta de Facebook que todo o acervo de línguas indígenas foi perdido: “As gravações desde 1958, os cantos em muitas línguas sem falantes vivos, o arquivo Curt Nimuendaju: papéis, fotos, negativos, o mapa étnico-histórico-linguístico original com a localização de todas as etnias do Brasil, único registro que tínhamos datado de 1945”. A docente classificou o episódio como “uma perda irreparável para nossa memória histórica”.
Redes sociais
No Twitter, Facebook e Instagram, muitas pessoas também lamentaram a perda de coleções inteiras e da maior parte do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro, situado na Quinta da Boa Vista, após o incêndio que atingiu o prédio.
A exemplo do que ocorreu com o Museu de Arte Moderna do Rio, em 1978, em que houve uma ação conjunta para levantá-lo, nos textos publicados nas redes sociais, há sugestões de criação de um grupo de amigos, pesquisadores, artistas e funcionários para reconstrução do prédio destruído.
Os posts fazem referência à “incineração da memória” e do “assassinato da história”. Também destacam a descontinuidade de pesquisas inteiras em diversas áreas. As mensagens reiteram que as queixas vêm há anos e que não foram ouvidas pelas autoridades.
Uma mensagem circulou no Whatsapp com um chamado de estudantes de museologia da Universidade Unirio no qual pedem que pessoas enviem fotos do acervo para um e-mail específico como forma de promover um levantamento dos registros visuais das obras.
Iniciativas diversas de abaixo-assinados virtuais passaram a circular nas redes sociais em defesa do museu e denunciando o descaso de autoridades com a manutenção do local.
Erros em hospitais brasileiros públicos ou privados matam cerca de 148 pessoas por dia, segundo pesquisa divulgada pelo 2º Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
O número se compara aos registros de mortes violentas, cerca de 175 por dia, registradas em 2017.
No estudo, foram destacados os óbitos como “eventos adversos graves” como infecção generalizada, infecção urinária, erro no uso de medicamentos e hemorragia.
Ao todo, 54.076 pacientes morreram em 2017 por causa de falhas hospitalares.
Um canal do Projeto de Integração do Rio São Francisco, entre os municípios de Terra Nova e Salgueiro, no Sertão pernambucano, rompeu neste sábado (11). A obra da terceira estação de bombeamento do Eixo Norte (EBI-3) foi entregue em 3 de agosto pelo presidente Michel Temer.
O Ministério da Integração suspeita tratar-se de um ato criminoso. De acordo com o ‘G1’, suspeitos foram detidos pela Polícia Militar (PM). Moradores acreditam que o objetivos dos criminosos era desviar o curso d’água para encher um reservatório nas imediações.
Após o rompimento, o trecho do São Francisco está desaguando no Riacho Grande e seguindo até o município pernambucano de Terra Nova.
Ainda segundo o Ministério da Integração, em nota, o rompimento foi pontual. Técnicos estão no local trabalhando para recuperar a estrutura em até 48 horas. O documento afirma também que equipes estão verificando todo o perímetro para avaliar possíveis danos a comunidades no entorno.
Os moradores da cidade de São Bento do Trairí, reivindicam à gestão municipal que resolva os problemas de iluminação da Rua São Sebastião, da Travessa Antônio Borges de Assunção e da Rua Nova, localizada por trás da Rua Isabel Costa Soares (Essa rua precisa de luminárias, pois não foram colocadas ao longo de sua constituição).
Tendo em vista que a falta de iluminação pública nesses pontos, torna a cidade mais vulnerável para o aumento da insegurança, da criminalidade.
A população do Município de São Bento do Trairí/RN, solicita providências a gestão municipal, no que diz respeito a poda das árvores, tendo em vista que em alguns pontos, os galhos estão balançando a fiação da rede elétrica, como também há um prejuízo para o tráfego de carros de grande porte que tem seus tetos amassados ou arranhados pelos galhos.
A população argumenta ainda, que a falta ou incipiência da poda das árvores, contribui para o escurecimento das ruas, o que contribui para o aumento da criminalidade no município.
A população de São Bento do Trairí solicita providências a gestão municipal no que diz respeito a situação de abandono vivenciada pelo matadouro público da cidade.Ocorre que o matadouro se encontra com o esgoto a céu aberto, possui fossas abertas, o que tem provocado a proliferação de insetos e pragas como moscas que contaminam as carnes dos animais que ainda continuam sendo abatidos no local, mesmo sem que haja as mínimas condições de higiene e salubridade preconizadas pela Vigilância Sanitária.Essa situação é inaceitável quando se pensa na saúde da população, uma vez que a carne contaminada pode gerar muitas doenças para a população saobentense, desde patologias diarréicas até agravos em saúde mais severos, como infecções que levam a morte . Então, essa situação carece de uma intervenção do poder público, em caráter de urgência, para que assim, sejam evitadas possíveis fatalidades no município.
Um internauta que estava em visita na cidade de São Paulo do Potengi/RN (segundo ele), gravou alguns vídeos sobre o abandono do Poder Publico Municipal de alguns pontos estratégicos destacados na cidade. Nas gravações, o internauta "Ednaldo Martins" mostra em vídeo o descaso do asfalto esburacado da estrada que fica sobre a parede da barragem. Em dados momentos é possível ver a dificuldades dos veículos em ter que desviar dos buracos para não sofrer danos.
É um trecho de responsabilidade do Governo do Estado, porém o município não intervem junto ao governo para que seja feito o recapeamento daquele local. Como é um local usado para passagem de veículos já que via liga as comunidades rurais da cidade ao centro da cidade, é de suma importância que sejam tomadas providências referentes ao descaso.
Em outro vídeo publicado pelo internauta, ele mostra a rodoviária "nova" da cidade. Um projeto bem antigo que começou a ser construindo porém até a presente data não foi concluída. Mais uma obra abandonada pelo poder publico Municipal sem que tenha previsão para ser finalizada.
Não é apenas a cidade de São Paulo do Potengi/RN que passa por esses problemas. No Rio Grande do Norte existe inúmeras obras publicas que foram iniciadas e não finalizadas elevando assim os gastos dos governos municipais, estaduais ou federais. Dinheiro que sai do bolso do contribuinte direto para o governo, que por sua vez deve devolve-lo através de projetos voltados para melhorias em saúde, educação, segurança, mobilidade urbana, saneamento, enfim, um dinheiro que deve ser bem gasto, mas sabemos que infelizmente acontece esses problemas de gestão.
Cabe a prefeitura municipal de São Paulo do Potengi se pronunciar e dar satisfações aos órgãos competentes e a toda população potengiense, que como todo bom brasileiro paga absurdos de impostos, mas não tem o devido retorno daquilo que paga continuadamente. Ao governo do Estado, cabe também a fiscalização em casos assim e cobrar do gestor municipal que obras desse tipo sejam iniciadas e concluídas, afinal é concreto, é um bem material depreciativo e existem os custos para erguer, reerguer e manter funcionando para servir a toda população da região Potengi.
Em entrevista agora há pouco na 98 FM, o governador foi taxativo: “Não tenho mais o que fazer para melhorar a Segurança Pública do Rio Grande do Norte”.
A declaração se deu após ser questionado sobre a sua promessa de campanha de ser o Governador da Segurança.
A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, em Natal, está fechada temporariamente. A unidade, que já estava sem receber novos pacientes, transferiu os últimos quatro pacientes que ainda estavam internados para a UTI pediátrica do hospital Monsenhor Walfredo Gurgel nesta quarta-feira (27).
De acordo com uma nota divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap), o que ocasionou o fechamento da UTI foi a falta de médicos pediatras intensivistas para completar a escala de plantões da unidade. Ainda de acordo com a Sesap, o atendimento só deve ser retomado na próxima semana.
Segundo a secretaria, medidas estão sendo adotadas para solucionar a falta de profissionais, como a contratação de médicos em outros estados na tentativa de completar a escala de plantões.
O Poder Judiciário do RN irá investir R$ 110 milhões em obras da construção civil, anunciou na manhã de hoje (8) o presidente do Tribunal de Justiça do RN, desembargador Cláudio Santos. O montante contempla a construção da sede própria do TJRN no bairro de Nossa Senhora de Nazaré, Zona Oeste da capital, e de mais dez fóruns no interior do Estado. A estimativa do Setor de Engenharia do Tribunal é de que as obras gerem cerca de 700 empregos diretos ao longo do tempo.
“Vencemos as dificuldades burocráticas para fazer esses investimentos em um momento importante para a atividade econômica do Rio Grande do Norte, para dar melhores condições de trabalho a magistrados e servidores e estrutura adequada de atendimento à população”, ressalta o presidente do TJRN. Ele lembrou que os recursos financeiros resultam de economias feitas por gestões anteriores, desde a administração do desembargador Amaury Moura Sobrinho. (Continuar lendo…)
A primeira Festa do Boi do Governo de Robinson Faria se converteu em um verdadeiro festival de incompetência e descaso.
A providência básica preparatória do evento não foi tomada: a indispensável conformidade das instalações do Parque Aristófanes Fernandes com as normas que visam prevenir acidentes graves e expor a vida de milhares de pessoas ao perigo, inclusive de morte.
Diante da omissão dos organizadores – Governo do Estado e ANORC – a Justiça foi obrigada a agir – a intervir.
Afinal, o laudo técnico do Corpo de Bombeiros não podia ser ignorado.
Culpar a Justiça por ter tomado medidas é o mesmo que querer matar o mensageiro quando o problema está na origem da mensagem.
E se a festa rola sem as condições mínimas adequadas de segurança e acontece algo grave?
Quem iria assumir a responsabilidade? No mínimo iam dizer que a culpa foi do Corpo de Bombeiros que não fiscalizou. Da Justiça que não tomou medidas.
Agora, com o caos instalado e toda sorte de transtornos e frustrações para os feirantes, ambulantes, negociadores, instituições convidadas e sobretudo para o público que se programou para uma das maiores festas do calendário do Estado, quem se apresenta para assumir o problema?
Afinal de quem é a responsabilidade por mais esse mico do nosso RN?
Uma boa pista para descobrir é só ver a foto do palanque de autoridades na solenidade oficial de abertura na última sexta-feira.