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24/10/2018

Mais de 1000 veículos na rua em apoio a Carlos Eduardo e Bolsonaro em Santa Cruz

Em clima de virada e vitória, o candidato a governador pelo PDT, ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo sentiu o entusiasmo popular em Santa Cruz, a 126 quilômetros da capital comprovando o empate técnico apontado pelas pesquisas de opinião pública na reta final da campanha.
Mais de mil veículos(cálculos da Polícia Militar) acompanharam a mobilização em apoio a Carlos Eduardo e ao presidenciável Jair Bolsonaro sob liderança do deputado estadual Tomba Farias(PSDB) e da prefeita Fernanda Costa Bezerra(Dra. Fernanda), que contou também com prefeito de Natal, Álvaro Dias e o deputado estadual eleito Coronel Azevedo (PSL).
Foi uma das maiores movimentações políticas da história da Região do Trairí, que se disse impressionado. Saudado pelos gritos da multidão animada com a mudança na corruda eleitoral, “Vira, vira, vira, virou”, Carlos Eduardo disse que está consolidada no desejo do povo, a parceria com o “futuro presidente Jair Bolsonaro contra o ciclo petista que está sendo encerrado no voto”.
Ele conclamou cada um a buscar voto para que o “Rio Grande do Norte fique livre do PT e seja resgatado na segurança e no desenvolvimento com sua vitória “.
Emocionado, Tomba Farias disse que escolheu quem pode ajudar seu município e criticou duramente a candidata do PT, senadora Fátima Bezerra, “que não destinou um centavo a Santa Cruz em suas emendas”. Tomba ressaltou a competência e o perfil gestor de Carlos Eduardo para defender sua candidatura. “Quem é Tomba, é Carlos Eduardo”.
“O Brasil já decidiu pela mudança e no Rio Grande do Norte não será diferente com Carlos Eduardo governador”, disse a prefeita Fernanda. “Até domingo, buscar voto a voto para o 12 e o 17 de Bolsonaro “.

Prefeita de Boa Saúde sobe no palanque em Santa Cruz e anuncia apoio a Carlos Eduardo

A prefeita Edice Félix (PR), de Boa Saúde, a 91 quilômetros de Natal, declarou na noite desta terça-feira(23/10), apoio à candidatura de Carlos Eduardo (PDT). Edice subiu no palanque de Carlos Eduardo em Santa Cruzdurante mobilização que reuniu milhares de moradores das regiões do Trairí e do Agreste.
Edice foi eleita em 2016 com 50,06% da votação no município( 3.086 eleitores a escolheram) e tomou sua decisão ao comparar os candidatos: “Carlos Eduardo foi grande prefeito de Natal e será um governador competente”.
Robson Pires

Coronel Azevedo detona Fátima Bezerra: ela tem apoio de chefe de facção criminosa

Ex-comandante da Polícia Militar, o deputado estadual eleito Coronel André Azevedo (PSL), usou a segurança pública para alertar o eleitor comparando os dois candidatos ao Governo do Estado. “A candidata do PT (senadora Fátima Bezerra) tem apoio de chefe de facção criminosa em gravação autêntica segundo a Secretária de Segurança, é contra a redução da maioridade penal para proteger menores criminosos e o partido dela é a favor de soltar bandidos da cadeia, conforme seu candidato derrotado à Presidência da República. A candidata do PT não representa o que a sociedade deseja”, acusou Coronel Azevedo em comício na noite de terça-feira (23/10) em Santa Cruz, a 126 quilômetros de Natal.
Um dos primeiros militares a se engajar na campanha do capitão Jair Bolsonaro para presidente, Coronel Azevedo também apoia o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT) para governador. Azevedo chamou atenção dos eleitores para a “flexibilidade” do PT e de sua candidata em relação ao combate ao crime, “enquanto o futuro governador Carlos Eduardo vai endurecer e ganhar o jogo contra a bandidagem da mesma forma que o Presidente Bolsonaro”.
O deputado estadual eleito pelo PSL lembrou o assassinato de 22 policiais este ano no Rio Grande do Norte sendo 17 militares, sem que houvesse “uma palavra de apoio de Fátima Bezerra e do PT sempre mais preocupados com os direitos humanos de quem mata, assalta, estupra e agride seres humanos”.
Para Coronel Azevedo, a escolha do futuro Governo do Estado passa obrigatoriamente pela postura de cada candidato sobre a violência que transformou o Rio Grande do Norte detentor de “triste recorde nacional”. Segundo ele, Carlos Eduardo vai priorizar o cidadão de bem e o policial, enquanto a candidata do PT já mostrou o que fará ao se manifestar contra a punição de menores delinquentes e seu partido defender a soltura de criminosos. “Carlos Eduardo quer proteger quem merece, dar condições à polícia e combater bandido. Fátima não”, advertiu.

Bolsonaro defende reduzir número de deputados de 513 para 400 e fim da reeleição

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O candidato a presidente da República pelo PSLJair Bolsonaro, defende a redução do número de deputados federais dos atuais 513 para 400, segundo afirmou em entrevista concedida à TV Bandeirantes e veiculada nesta terça-feira, 23. “Você baixar 20%, de 513 para 400, é um bom número”, afirmou.
Bolsonaro também defendeu o fim da reeleição: “Eu botaria na balança o fim do instituto da reeleição”. Questionado sobre a ampliação do mandato presidencial dos atuais quatro para cinco anos, ele afirmou ser uma ideia “bem-vinda”: “Você pode estudar, mas não começaria comigo. Não posso fazer nenhuma proposta em que eu seria beneficiado”.
Bolsonaro afirmou que vai estudar a privatização das empresas públicas caso a caso. “Aquelas que são onerosas, aquelas que encontram similares na iniciativa privada, essas daí você vai privatizar ou até mesmo extinguir. As outras você tem que analisar o modelo. Tem uma pequena parte que seria estratégica”, afirmou. “Faremos o melhor para o Brasil sem prejuízo aos funcionários e aos acionistas”, garantiu. Bolsonaro afirmou que os Correios “podem entrar nesse radar da privatização”.
Ele defendeu a necessidade de uma reforma da Previdência, mas “não a do (atual presidente Michel) Temer”.
candidato do PSL reiterou críticas ao PT e afirmou que está tomando cuidados para evitar novos atentados, como aquele de que foi vítima em setembro. “Tenho que (me) preservar, tomar cuidado para não sofrer um novo atentado, que existe a possibilidade sim”, afirmou.
ESTADÃO CONTEÚDO

Mano Brown critica PT em comício de Haddad, diz que a eleição estava decidida, é vaiado e defendido por Chico e Caetano

Caetano Veloso, Mano Brown, Fernando Haddad e Chico Buarque posam para foto em evento em apoio ao candidato do PT na Lapa, no Rio de Janeiro
FOTO Ricardo Stuckert/Divulgação

O rapper Mano Brown quebrou o clima festivo do comício de Fernando Haddad na noite desta terça (23). Em um discurso de pouco mais de três minutos, ele disse achar que a eleição já estava decidida e disse que se o PT “não conseguiu falar a língua do povo, tem que perder mesmo”. Diante de Fernando Haddad, ele criticou a falha de comunicação da campanha.
“Vim apenas me representar. Não gosto do clima de festa. A cegueira que atinge lá, atinge aqui também. Isso é perigoso. Não tá tendo clima pra comemorar”, disse o cantor, que calou o público nos arcos da Lapa.
“Tá tendo quase 30 milhões de votos pra tirar. Não estou pessimista. Sou realista. Não consigo acreditar pessoas que me tratavam com carinho, se transformaram em monstros. Se algum momento a comunicação falhou aqui, vai pagar o preço. A comunicação é alma. Se não conseguir falar a língua do povo, vai perder mesmo. Falar bem do PT para torcida do PT é fácil. Tem uma multidão que precisa ser conquistada ou vamos cair no precipício. Tinha jurado não subir no palanque de mais ninguém”, acrescentou Brown.
O rapper chegou a ser vaiado por parte do público, mas foi até o final.
“Não vim aqui ganhar voto. Acho que já tá decidido. Se errou, tem que pagar mesmo”, afirmou o cantor.
“Não gosto do clima de festa. O que mata a gente é o fanatismo e a cegueira. Deixou de entender o povão já era. Se somos o Partido dos Trabalhadores tem que entender o que o povo quer. Se não sabe, volta pra base e vai procurar entender. As minhas ideias são essas. Fechou”, completou.
O público ensaiou uma vaia a fala de Mano Brown. Caetano Veloso pegou o microfone e saiu em defesa do rapper.
Segundo Caetano, o discurso de Brown representa a complexidade do momento. Caetano disse que o país vive a “imbecilização da sociedade” e concordou com Brown que não seria hora de festa. “A fala do Mano traz a complexidade do momento”.
O Brasil tem sido bombardeado há décadas por discursos de sociólogos que usam palavrões em suas análises e apostam na imbecilização da sociedade. Temos que encontrar meios de dizer a esses eufóricos [eleitores do Bolsonaro] do perigo à democracia. Me oponho a ‘cafajestização’ do homem brasileiro”, disse. Caetano declarou apoio a Haddad na semana passada após ter declarado voto em Ciro Gomes (PDT) no primeiro turno.
Chico Buarque também aproveitou seu discurso para defender Mano Brown. Segundo o cantor, ele entende o sentimento de Brown, mas afirmou que ainda acredita na vitória de Haddad no segundo turno.
“Eu entendo o Mano Brown, tendo a concordar, sei que vai ser difícil, mas eu ainda acredito ser possível”, disse.
Chico disse que pode ocorrer de pessoas que votaram em Bolsonaro no primeiro turno se sensibilizem com discursos agressivos do capitão da reserva e episódios de violência política nas últimas semanas.
“Talvez aqueles eleitores que votaram em Bolsonaro, os chamados coxinhas, se sensibilizem com essa onda de boçalidade, com morte de gays, trans, travestis, mulheres, negros e capoeiras. Quem sabe o povo pobre, que votou em Bolsonaro, contra si mesmo porque a proposta dele vai contra essas pessoas, mude de ideia na hora do voto. Não queremos mais mentira, não queremos mais a força bruta. Queremos Fernando e Manuela”, disse ele, seguido de gritos de “eu acredito” do público.
FOLHAPRESS

23/10/2018

PESQUISA SETA/BLOGDOBG REJEIÇÃO GOVERNO: Fátima é rejeitada por 26% e Carlos Eduardo, por 23%

Os dois candidatos que disputam o governo do Estado também dividem em patamares semelhantes os índices de rejeição.
Fátima Bezerra é rejeitada por 26% do eleitorado, enquanto Carlos Eduardo tem a rejeição de 23%.
Ninguém, brancos e nulos são 31% e 20% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE VOTOS VÁLIDOS: Haddad tem 52% e Bolsonaro, 48%

Os candidatos do PT e o do PSL à Presidência da República estão tecnicamente empatados entre os eleitores potiguares.
Fernando Haddad tem 52%, contra 48% de Jair Bolsonaro, de acordo com o Instituto Seta.
O cenário é de votos válidos, quando se excluem os indecisos, brancos e nulos, conforme contabiliza a Justiça Eleitoral.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGODOBG PRESIDENTE VOTOS TOTAIS: Haddad tem 43% e Bolsonaro, 39%

O candidato do PT à Presidência da República tem 43% de citações no levantamento estimulado do Instituto Seta.
Jair Bolsonaro aparece imediatamente atrás, com 39% das citações.
Ninguém, brancos e nulos são 14%, e 4% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG CRUZAMENTO: Mais de 70% de eleitores de Fátima e Carlos Eduardo votam nos respectivos candidatos a presidente

O Instituto Seta identificou a intenção de voto cruzado entre governador e presidente no RN.
De acordo com os dados, 74% dos eleitores de Fátima votam em Haddad. 16% dos eleitores da petista decidiram votam em Bolsonaro.
Já 20% dos eleitores de Carlos Eduardo votam em Haddad e 70% votam em Bolsonaro.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PRESIDENTE REJEIÇÃO: Bolsonaro é rejeitado por 34% e Haddad, por 30%

Os dois candidatos que disputam a Presidência da República também dividem os números em patamares semelhantes quando o assunto é rejeição.
Jair Bolsonaro é rejeitado por 34%, enquanto 30% rejeitam Fernando Haddad.
Ninguém, brancos e nulos são 24% e 12% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO VOTOS TOTAIS: Fátima tem 42% e Carlos Eduardo, 38%

A candidata do PT e o candidato do PDT ao governo do Estado estão tecnicamente empatados pelo governo do Estado.
No levantamento estimulado total de votos, que considera brancos e nulos, Fátima tem 42%, contra 38% de Carlos Eduardo Alves.
Ninguém, brancos e nulos são 14% e 6% não sabem ou não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO VOTOS VÁLIDOS: Fátima tem 52% e Carlos Eduardo, 48%



Os dois candidatos que disputam o segundo turno do governo do RN estão tecnicamente empatadados em votos válidos, forma pela qual a Justiça Eleitoral contabiliza os votos, excluindo brancos, nulos e indecisos.
Fátima está numericamente à frente. Ela tem 52% dos votos. Já Carlos Eduardo aparece com 48%
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG MUDANÇA DE VOTO POR APOIO A PRESIDENTE: 59% não mudam voto de governador por apoio a candidato a presidente e 19% admitem mudar

O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto para governador em razão do candidato a presidente da República.
No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra apoia Fernando Haddad e Carlos Eduardo declarou apoio a Jair Bolsonaro.
Para 59% não há razão para mudar o voto para governador em razão de ele apoiar um candidato a presidente com o qual o eleitor não tenha afinidade.
Já 19% responderam que podem mudar o voto em consequência do apoio ao candidato a presidente, e 23% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG CRISTALIZAÇÃO DE VOTO: 79% afirmam que manterão o voto e 11% admitem que podem mudar

O Instituto Seta perguntou também aos eleitores potiguares sobre a possibilidade de mudar o voto na eleição de domingo (28).
79% afirmaram que manterão o voto com certeza. Já 10% admitem a mudança e 11% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

PESQUISA SETA/BLOGDOBG PERCEPÇÃO DE VITÓRIA: 49% acreditam que Fátima vai vencer eleição e 29% apostam em Carlos Eduardo


Metade dos eleitores do RN acredita que a senadora Fátima Bezerra será eleita governadora no domingo, 28.
Indagados sobre em quem acredita que vai vencer as eleições, 49% citaram o nome de Fátima.
Carlos Eduardo é acreditado por 29% e 22% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

22/10/2018

Bolsonaro prepara ‘pacotão’ de medidas e vai conversar com o Congresso

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse que, se eleito, as propostas de governo só serão encaminhadas ao Congresso Nacional, depois de conversas com senadores e deputados federais. De acordo com ele, pretende apresentar uma série de medidas que devem ser negociadas com os parlamentares.
“Não vamos apresentar nada sem conversar com os parlamentares. Para ter certeza que essas reformas serão aprovadas de forma racional pelo Parlamento.”
A afirmação foi dada durante entrevista exclusiva à TV Band e veiculada nas redes sociais do candidato neste domingo, 21. Ele reiterou que não pretende participar de debates, como vem cobrando seu adversário Fernando Haddad (PT).
O candidato do PSL rebateu as acusações de envolvimento no esquema supostamente financiado por empresários para disseminar fake news anti-PT. Segundo ele, sua campanha é feita por simpatizantes e ele, pessoalmente, não tem amizade com empresários. “São milhões e milhões de pessoas que trabalham pela minha candidatura. São robôs do bem.”

Pacotão

Segundo Bolsonaro, na relação do “pacotão de medidas” estão propostas que se referem à segurança jurídica para o campo. “Não pode o fazendeiro hoje ouvir uma notícia que a terra dele vai ser demarcada.” Ele disse que o setor produtivo precisa ter garantias quando houver demarcação de terras ou reintegração de posse de terras.
Também examina a possibilidade de tipificar como “terrorismo” eventuais ocupações do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). “Nós vivemos em paz e harmonia. Invasão de terra não pode continuar acontecendo no Brasil.”
O candidato reiterou os nomes que devem compor seu futuro ministério: o general Augusto Heleno para Defesa, o deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS) para Casa Civil, o astronauta Marcos Pontes para Ciência e Tecnologia, e Paulo Guedes para Economia. Ele confirmou que pretende unir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

Segurança

O candidato negou que pretenda atenuar punições para militares que matam em serviço. Mas confirmou que vai se empenhar para mudar a legislação atual, de acordo com as circunstâncias específicas. Ele disse que hoje há uma guerra devido à violência e que é impossível negar essa avaliação.
“Estamos em guerra, ninguém nega isso, e se estamos em guerra devemos nos comportar como soldados em combate. O militar entrando em operação, o lado do inimigo, aqueles que portam arma de guerra, caso venham a ser abatidos, o nosso soldado deve ser condecorado e não processado”, disse. “Não quero dar carta branca para as Forças Armadas nem de segurança de matar”
Bolsonaro confirmou que pretende buscar amparo jurídico para colocar as Forças Armadas no patrulhamento de rotina nas cidades. Segundo ele, a negociação deverá ser feita entre o Ministério da Defesa e o governador do estado onde está localizada a cidade que precisa de segurança federal.

Agência Brasil

19/10/2018

TSE nega pedido do PT para remover 123 postagens em redes sociais

Foto: STJ/Divulgação – 08.08.2018

O ministro Luís Felipe Salomão, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou nesta quarta-feira (17) um pedido da coligação de Fernando Haddad (PT) para remover imediatamente 123 postagens em redes sociais. A coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/PROS) acionou o TSE sob a alegação de que as publicações veiculam informações “inverídicas, difamatórias e injuriosas” que agridem o PT (Partido dos Trabalhadores).
Entre as postagens contestadas estão mensagens de usuários no Facebook que afirmam “Pedofilia é crime diga não ao PT”, “Ideologia de gênero nas escolas. Ninguém nasce menino ou menina. Todo mundo pode ser o que quiser! É isso que Haddad ensina nas escolas. Amanhã pode ser muito tarde!”, “PT e Haddad com o kit gay para seus filhos, não vote nele” e “Haddad indica para Ministro da Educação Jean Willis (sic)…pensem direitinho pra depois não ficarem no ouvido da gente reclamando”
Interferência
Em sua decisão, Salomão observou que a atuação da Justiça Eleitoral “em relação a conteúdos divulgados na Internet deve ser realizada com a menor interferência possível”, assegurando aos usuários da internet o exercício da liberdade de pensamento e expressão.
“Em juízo preliminar, não obstante encontradas publicações que apresentam realmente teor ofensivo ou negativo, é forçoso reconhecer que exteriorizam o pensamento crítico dos usuários das plataformas de rede sociais ora impugnadas, de modo que a liberdade de expressão no campo político-eleitoral abrange não só manifestações, opiniões e ideias majoritárias, socialmente aceitas, elogiosas, concordantes ou neutras, mas também aquelas minoritárias, contrárias às crenças estabelecidas, discordantes, críticas e incômodas”, afirmou Salomão.
“O controle sobre quais conteúdos ou nível das críticas veiculadas, se aceitáveis ou não, deve ser realizado pela própria sociedade civil, porquanto a atuação da Justiça Eleitoral no âmbito da Internet e redes sociais, ainda que envolva a honra e reputação dos políticos e candidatos, deve ser minimalista, sob pena de silenciar o discurso dos cidadãos comuns no debate democrático”, concluiu Salomão.
O ministro ainda destacou que a própria coligação e os demais usuários da internet podem usar o espaço de comentário nas redes sociais para rebater as acusações e alertar para a falsidade das informações.
Estadão

Pesquisa XP/Ipespe: Bolsonaro tem 58% contra 42% de Haddad

Foto: Montagem

Pesquisa encomendada pela XP Investimentos ao Ipespe mostra que Jair Bolsonaro (PSL) tem 58% dos votos válidos contra 42% de Fernando Haddad (PT). Ambos oscilaram dentro da margem de erro em relação ao levantamento da última semana. Considerando todos os votos, Bolsonaro aparece com 51% ante Haddad (37%).
A pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (19/10), também questionou os eleitores sobre a campanha eleitoral dos presidenciáveis. Bolsonaro é considerado melhor no programa de TV e rádio (48%) do que Haddad (30%). Nas redes sociais, o candidato do PSL tem performance ainda mais bem avaliada (59%) do que o adversário petista (20%).
Um eventual governo do PSL teria maior governabilidade, conforme a pesquisa, do que uma gestão petista. Para 45%, Bolsonaro teria governabilidade e condições para aprovar propostas no Congresso. Igual percentual de eleitores acreditam que ele teria bastante dificuldade. Vinte e dois por cento dos entrevistados acreditam na governabilidade de Haddad, enquanto 68% apontam dificuldades que o petista teria para governar.
Políticas sociais em áreas como saúde e educação (69%) são apontadas como necessidades mais urgentes para o novo governo; seguidas por propostas econômicas (17%), relacionadas à Previdência Social, por exemplo; e direitos civis (11%), envolvendo questões como porte de arma e redução da maioridade penal.
Apesar de 73% dos entrevistados se colocarem insatisfeitos com a democracia no Brasil, 56% afirmam que esse é o melhor regime de governo, 23% disseram-se indiferentes e 13% consideraram que um regime autoritário pode ser melhor do que um democrático.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral(TSE) com o código BR-05349/2018, e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Metrópoles

Pesquisa DataPoder360: Bolsonaro tem 64% dos votos válidos contra 36% de Haddad

Foto: Sérgio Lima/Poder360 – 4.jul.2018 – 14.ago.2018

Pesquisa DataPoder360 nos dias 17 e 18 de outubro de 2018 (últimas 4ª e 5ª feiras) indica que Jair Bolsonaro (PSL) tem 64% dos votos válidos –aqueles que excluem brancos, nulos e indecisos na pesquisa. Fernando Haddad (PT) tem 36%.
Nunca em eleições presidenciais brasileiras houve uma virada num 2º turno, mesmo quando a diferença entre os candidatos era menor do que a atual –o levantamento foi finalizado a 10 dias da disputa.
A pesquisa entrevistou 4.000 pessoas em 413 cidades em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-08852/2018.
Quando se consideram os votos totais, Bolsonaro tem 57% das intenções de voto. Haddad, 31%. Há 9% dos eleitores que dizem votar em branco ou nulo. Outros 3% não sabem ou não quiseram responder.
A pesquisa do DataPoder360 é realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos (a metodologia detalhada está no final deste post). Nenhuma classe social é excluída do levantamento. Cerca de 90% dos brasileiros têm acesso a telefone. O sistema faz discagens aleatórias e de maneira parametrizada para atingir comunidades de todas os segmentos demográficos –pois cada telefone está atribuído a 1 CEP e assim é possível atingir áreas de alto, médio e baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
RECORDE DE VOTOS
Se o resultado do DataPoder360 se repetir nas urnas em 28 de outubro de 2018 Bolsonaro será o presidente da República eleito com o maior percentual de votos desde a volta do Brasil à democracia pós-ditadura militar.
Até hoje, o recordista de votos é Luiz Inácio Lula da Silva, que teve 61,27% dos votos no 2º turno de 2002.
Com seus 64%, o capitão do Exército na reserva pode quebrar a marca lulista daqui a menos de duas semanas.
CERTEZA DO VOTO
A eleição sempre pode ter movimentos de última hora, mas não há neste momento indícios como verificou-se entre alguns eleitores antes do 1º turno.
O DataPoder360 perguntou aos entrevistados se tinham certeza da decisão tomada neste momento. Entre os apoiadores de Bolsonaro, 95% declaram que votarão com certeza no militar. Para Haddad, esse percentual é de 93%. Ambos, portanto, têm votos cristalizados.
REJEIÇÃO E POTENCIAL DE VOTO

Uma virada de Haddad se torna difícil por causa da alta taxa de rejeição: 60% dos eleitores dizem que não votam em Haddad de jeito nenhum, segundo o DataPoder360. No caso de Bolsonaro, o percentual é de 37%.
É necessário levar em conta que esses percentuais são sobre o total dos eleitores.
No universo total dos eleitores, 52% dizem que votariam em Bolsonaro com certeza –quase percentual próximo ao de intenção de voto total do militar (57%). No caso de Haddad, 30% dos brasileiros respondem que votam nele com certeza (o petista tem 31% de intenção de votos totais). Eis os dados:
DEMOGRAFIA DO VOTO

O DataPoder360 estudou as variáveis por sexo, idade, nível de escolaridade, renda familiar e região.
Quando se consideram os votos totais, Bolsonaro continua tendo muito mais apoio entre homens (66%) do que entre mulheres (48%).
O militar também tem seus melhores desempenhos entre eleitores de 25 a 44 anos (62%), os de nível de escolaridade superior (64%), os com renda familiar na faixa de 2 a 5 salários mínimos (71%) e na região Sul (72%).
Já o petista tem mais votos entre mulheres (36%) do que entre homens (26%). Nos outros grupos demográficos, suas marcas mais altas estão entre jovens de 16 a 24 anos (40%), os que têm ensino fundamental ou médio (32%), eleitores sem renda fixa (44%) e no Nordeste (44%).
DataPoder 360

“SÓ ISSO”: PSOL pede no TSE que WhatsApp seja bloqueado até o fim das eleições

Foto: Lionel Bonaventure/AFP

O PSol entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o aplicativo WhatsApp providencie, em até 72 horas, mecanismo que restrinja o compartilhamento, encaminhamento e transmissão de mensagens, alegando que as medidas são necessárias para evitar ou reduzir a circulação de notícias falsas. O pedido, feito na quinta-feira, também solicitou que seja reduzido o tamanho de novos grupos no aplicativo.
Inicialmente, um pedido alternativo requeria que, caso o TSE não considerasse as primeiras medidas suficientes, fosse suspenso o aplicativo em todo o território nacional a partir de sábado (20/10) até o fim das eleições. Essa solicitação chegou a ser divulgada por veículos e agências de notícia, fazendo, inclusive, parte da primeira versão desta matéria.
O partido, no entanto, fez um ajuste na representação protocolada junto ao TSE retirando essa parte. Assim, o PSol esclareceu que não pediu a suspensão do aplicativo. “(O PSol) apenas delega que o TSE tome medidas no caso de não cumprimento das medidas de segurança”, afirma nota da legenda.
Falta de controle
A sigla afirma que, apesar da preocupação da Corte Eleitoral com as chamadas ‘fake news’, as notícias falsas “não foram controladas, seja pelo TSE, seja pelo aplicativo de mensagens”. “As notícias falsas, difamatórias, mentirosas e de ódio grassaram país à fora numa quantidade incalculável e ajudaram a definir opções de voto e manifestações de apoio a determinados candidatos”, afirma o PSOL, para quem a situação tem “desequilibrado o pleito eleitoral”.
Atualmente, o WhatsApp permite que um usuário encaminhe uma mensagem para 20 destinatários. Nesta semana, a ONG SaferNet Brasil, integrante do Conselho Consultivo Sobre Internet e Eleições do TSE, sugeriu que o aplicativo reduza este número para cinco, como é feito na Índia.
Em nota divulgada mais cedo, o aplicativo afirmou que “tem proativamente banido centenas de contas durante o período das eleições brasileiras”. “Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal ou automatizado, para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação”, continua a nota do WhatsApp.
Correio Braziliense